sábado, 1 de setembro de 2012

Espetáculo A FESTA É UM MÁGICO será apresentado dia 05/09 em Leopoldina



O projeto A Festa é um Mágico conta com o apoio da Lei de incentivo fiscal,  Lei nº. 8.313 de 23 de dezembro de 1991 (Lei Rouanet), surgiu porque a  Eletrozema  sempre se preocupou em fazer algo sócio/cultural para todas as comunidades onde têm uma loja.

A Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo, parceira do projeto, disponibilizou os Poliesportivos Carlota Mendonça, para uma apresentação às 9 horas, e o Dr. José Bastos Freire, no Bairro Belo Vista, para outra às 15 horas, todas as duas com entrada franca.

O objetivo do projeto visa principalmente alegrar crianças com espetáculos gratuitos em escolas, despertando nas crianças o interesse pela arte, frequência às bibliotecas, preservação do meio ambiente e erradicação do trabalho infantil. O espetáculo, com o mágico Tonny Odahkann, é um show de variedades com a participação de bonecos, fantoche, mágico e a contadora de história.

Convidamos a todos a comparecerem!

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Leopoldina comemora o dia do folclore com mostra de alunos e apresentações festivas


Alunos da Creche Pica Pau durante uma apresentação de parlenda
Na manhã de sábado, 25, a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e com a Sociedade dos Amigos Artesãos de Leopoldina - SAAL -, promoveu as comemorações do dia do folclore, comemorado na quarta-feira, 22.

Estiveram presentes na Praça Félix Martins, pela manhã, as crianças do CAIC, que apresentaram seus trabalhos artesanais desenvolvidos na escola, as creches Gato de Botas, Mundo Encantado, Cantinho da Amizade, Pica Pau e CMEI Aparecida Silva do Bem que fizeram apresentações de parlendas e o Grupo de Capoeira Cobrinha, do Mestre Dimas, que além de sua famosa roda de capoeira, fez uma apresentação de Maculelê, além de oferecer sua rua de lazer que fez a alegria da garotada.
Geraldo Filho, Superintendente de Cultura, com as professoras do EJA e o aluno Sebastião, com Rosângela Lima, Secretária de Cultura
A Secretária de Cultura, Rosângela Lima, afirmou que a celebração de um evento como este é necessário para a preservação da memória de um povo que almeja enriquecer-se culturalmente. “A preservação do nosso patrimônio, seja material ou imaterial, é uma bandeira desta secretaria, que participa do projeto EDUCAR, do IEPHA, e está de acordo com as diretrizes do nosso Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio. Estas comemorações são o início das festividades que promoveremos até outubro, quando realizaremos o Sepileo – I Seminário de Patrimônio Imaterial de Leopoldina”, finaliza.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Acervo do poeta Augusto dos Anjos deve ganhar museu em Leopoldina

Escritor paraibano está enterrado sob um tamarindeiro na cidade mineira
Pode parecer macabro, mas foi o cemitério que levou a equipe do Estado de Minas até Leopoldina, na Zona da Mata, a 320 quilômetros de Belo Horizonte. Nada mais apropriado em se tratando de uma reportagem sobre Augusto dos Anjos (1884-1914), que ficou conhecido como o poeta da morte ao cultuar em seus versos temas mórbidos e fúnebres como morcegos, coveiros, vermes e afins. A notícia sobre o corte do tamarindeiro que sombreava o túmulo do escritor que repousa na cidade mineira virou assunto entre os lepoldinenses e especulou-se acerca de uma eventual sabotagem. Até porque, Augusto dos Anjos motivou uma briga histórica e acirrada entre Minas e Paraíba, seu estado natal, para ver onde seria a morada eterna do poeta nascido no Engenho Pau d'Arco (PB). A “batalha” só findou quando os filhos Guilherme e Glória assinaram, em 1977, um documento contra a trasladação dos ossos do pai para o Nordeste.

 Inclusive, uma das razões que o governo paraibano alegava era que Augusto dos Anjos sempre demonstrou o desejo de ser enterrado sob a sombra dessa árvore, como revela o poema Debaixo do tamarindo: “Quando pararem todos os relógios/ De minha vida, e a voz dos necrológios/ Gritar nos noticiários que eu morri/ Voltando à pátria da homogeneidade/ Abraçada com a própria Eternidade/ A minha sombra há de ficar aqui!”.

“O tamarindo está muito presente na vida e na obra do poeta. E é uma presença muito reiterada e de imensa força afetiva. Podemos dizer que Augusto dos Anjos – que sobre árvores já escrevera um dos mais belos sonetos da língua, “A árvore da serra” – fez do seu tamarindo a árvore mais famosa da poesia brasileira, imortalizou-a, transformou-a numa árvore de todos nós, coisa que só os grandes artistas conseguem fazer”, declara o escritor Alexei Bueno, autor da edição crítica da Obra completa de Augusto dos Anjos, e estudioso do assunto.

Plantado desde 2002 atrás do jazigo de Augusto dos Anjos, o tamarindeiro teve que ser cortado pela Prefeitura de Leopoldina depois de uma denúncia à polícia ambiental da cidade, de que seus galhos estavam caindo nas residências próximas ao cemitério. E para evitar danos maiores, a poda foi necessária. “No começo do ano, recebemos a informação de que a árvore estava muito seca. E ao longo do tempo, ela foi definhando. A polícia ambiental começou a receber reclamações de queda de galhos nas casas ao redor e constatou-se que a árvore estava morta. A solução foi cortá-la. Não acredito em conspiração, em nada disso. Árvores são seres vivos e podem morrer. Até porque, a maioria das pessoas daqui nem sabe do que está por trás desse tamarindeiro. É apenas mais uma árvore no cemitério. Não acredito que ninguém ia danificá-lo ou envenená-lo por maldade”, destaca Geraldo Filho, superintendente de Cultura de Leopoldina.

Aproveitando que 2012 marca o centenário do único livro publicado por Augusto, Eu, considerado uma das publicações mais importantes da poesia brasileira e um dos mais editados da história – já está em sua 54ª edição –, uma série de eventos está programada para lembrar a figura do poeta. Prova da importância do livro foi sua indicação para a lista de obras literárias indicadas para o próximo vestibular da UFMG.

A mais simbólica das homenagens deve ser o plantio de outra muda de tamarindo próxima ao túmulo do poeta em Leopoldina, aliás, “irmão” do que morreu. “A muda que plantamos há 10 anos no cemitério era proveniente do famoso tamarindeiro que se encontra no Engenho Pau d'Arco, na Paraíba, onde o Augusto dos Anjos nasceu. Na ocasião vieram duas e a outra está com o Alexei Bueno, plantado em um vaso na varanda da casa dele, no Rio, e o Alexei se prontificou a doar essa muda à cidade”, acrescenta Geraldo.

Alexei Bueno diz que solicitou que a Prefeitura de Leopoldina consultasse um botânico, agrônomo ou outro especialista para saber se a árvore, depois de mais de 10 anos num vaso, cresceria normalmente. “Nesse caso, a levaria até lá e, obviamente, gostaria de ser um dos presentes a plantá-la, o que seria uma coisa emocionante para mim”, frisa o poeta e escritor.

CELEBRAÇÕES

Além do plantio do tamarindeiro, a prefeitura do município promete outros eventos para intensificar e resgatar a memória de Augusto dos Anjos entre os leopoldinenses. No dia 27 de setembro, está prevista a reabertura do Espaço dos Anjos. A casa onde o poeta passou os últimos meses de vida, de junho a novembro de 1914, localizada na Rua Rua Barão de Cotegipe, 11, está fechada desde 2007, quando o artista plástico Luiz Raphael Domingues Rosa, que a alugou nos anos 1970, morreu. Rafael fez do imóvel o seu ateliê, mas preservou a memória do escritor e o transformou uma espécie de museu informal.

“O Rafa sempre fez questão de que ali fosse um lugar para se lembrar e reviver Augusto dos Anjos. Reuniu documentos pessoais e da história da cidade. Quando ele morreu, o acervo foi parar no Ministério Público e agora é de propriedade da prefeitura. Infelizmente, muita coisa se perdeu”, lamenta Filomena Toledo França, produtora cultural e amiga de Luiz Rafael. A ideia da Secretaria de Cultura é que o acervo, basicamente documental, faça parte do museu. O Estado de Minas teve acesso ao material, que tem cópias da certidão de óbito do poeta e a de nascimento da esposa, Ester Fialho, além de reproduções de cartas, artigos de jornais e fotografias.

MONOTONIA E HOSPITALIDADE

Augusto dos Anjos foi para Leopoldina em junho de 1914, nomeado diretor do grupo escolar da cidade, indicado pelo deputado Ribeiro Junqueira. Na época, ele morava no Rio de Janeiro, mas como as condições não eram favoráveis na então capital da República, aceitou de bom grado o convite para viver na pacata cidade do interior mineiro. Em carta do poeta endereçada à mãe, dona Sinhá Mocinha, relata como era a vida na cidade: “As condições de vida nesse lugar são as melhores possíveis, segundo informações que me foram dadas a respeito.

O povo aqui é nimiamente hospitaleiro, havendo-nos prodigalizado ótimo acolhimento. A cidade é como todas as suas congêneres, de feio aspecto arquitetural, nada faltando, entretanto, relativamente às comodidades. As casas são assoalhadas, têm luz elétrica etc. etc.. Até aqui estou bastante satisfeito. Empossei-me anteontem no emprego com a solenidade relativa que lugares, como este, distanciados de pseudocivilização afetada, comportam.

Nesta cidade, que, posta em comparação com o Rio, é de um quietismo absoluto, tudo se mantém numa invariabilidade de verdadeiro ramerrão. Apesar da monotonia, tenho passado bem aqui, não somente sob o ponto de vista de saúde, como também sob o da chamada vida material”.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Cenas de filme “O menino no espelho” serão rodadas em Leopoldina nesta sexta

A Escola Estadual Professor Botelho Reis será palco neste domingo, 05, das filmagens do longa metragem “O menino no espelho”, homônimo do livro do escritor Fernando Sabino, que está sendo rodado em várias cidades da Zona da Mata. O Ginásio foi escolhido pois a trama se passa na Belo Horizonte dos anos 30 e nessa região existem várias construções que remetem a este período, como o Botelho Reis, afirma Eduardo Pereira, diretor de produção do filme.

Para essas gravações a equipe esteve na semana passada e nesta semana reunida com a Secretária de Cultura, Rosângela Lima, com o Chefe da seção de Trânsito da Prefeitura de Leopoldina, Nivaldo Junqueira, que estão dando apoio logístico às filmagens e autoridades policiais para que sejam minimizados os transtornos causados pelo fechamento das ruas ao entorno do prédio para a gravação das cenas. As imediações do Ginásio ficarão interditadas entre 11 e 18 horas. No entanto, será uma contribuição considerável para cidade ao mostrar a suntuosidade deste prédio centenário para todos que forem assistir “Menino no Espelho”.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Secretaria de Cultura adquire mais de 900 livros novos para biblioteca Luiz Eugênio Botelho


A biblioteca Luiz Eugênio Botelho, situada na rua Barão de Cotegipe, recebeu nesta quarta-feira, 18, uma nova leva de livros adquiridos pela Secretaria de Cultura, através do Programa de atualização e ampliação dos acervos das bibliotecas de acesso público no país, projeto da Biblioteca Nacional. Foram beneficiadas, no primeiro momento, 2.703 bibliotecas estaduais, municipais, comunitárias, rurais e pontos de leitura em 1.714 cidades, e Leopoldina conseguiu que três bibliotecas fossem contempladas: a central com R$ 9.211,09, a do bairro São Cristóvão (Wanderley Bella) e a do distrito de Tebas (Octaviano Kneipp Ladeira), ambas no valor de R$4.000,00 sendo que estas duas últimas receberão os títulos escolhidos ainda este ano, mas ainda sem data estipulada pela Biblioteca Nacional. Para participar desse projeto, as editoras tiveram que baixar o preço dos livros a, no máximo, R$10,00, desse modo, a biblioteca central recebeu mais 921 títulos.

Para as atendentes da biblioteca Luiz Eugênio Botelho, a chegada desses novos livros vêm em boa hora, pois a procura por determinados títulos é muito grande e, em alguns casos, havia até fila de espera, mas como a escolha dos títulos contou com a nossa colaboração, os pedidos atenderam perfeitamente a nossa demanda, ressalta Neuza Domiciano.

Segundo a Secretária Rosângela Lima, a aquisição desses livros faz parte de um projeto da Secretaria de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de, além de ampliar o acervo de todas as bibliotecas existentes, abrir um biblioteca em cada distrito e esse objetivo  será alcançado até o fim do ano, salienta.

Os títulos adquiridos contemplam inúmeras áreas, mas, em especial, os livros infantis, além dos clássicos da literatura, mas também administração, contabilidade, jogos, cultura popular, entre outros. O Superintendente de Cultura e professor de Literatura, Geraldo Filho, ressalta que a chegada desses livros por si só não tem grande significado e que o mais importante é como a promoção da leitura, não só dessa nova bibliografia, será difundida e que a Cultura, em parceria com a Educação, desenvolverá um projeto, até o fim do ano, de estimulo à leitura voltado sobretudo para o gênero poético, em virtude da comemoração do centenário do livro Eu, do poeta Augusto dos Anjos, e do encontro de poetas que acontecerá durante a 21ª edição do concurso de poesia Augusto dos Anjos, o poetAAs.

Os livros comprados serão agora catalogados a previsão é que dentro de um mês eles já estejam à disposição dos leitores. 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Conversa de Botequim em Tebas é sucesso de público e crítica


O distrito de Tebas, em Leopoldina, foi palco neste fim de semana, do mais puro samba de raiz com a realização do Conversa de Botequim: comida de buteco, festival de doces e artesanato de Tebas, realizado pela Secretaria de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo em parceria com a AMOTE – Associação dos Moradores de Tebas e com a AGROPET – Associação dos Agricultores de Tebas.

Com cerca de 2.500 pessoas na sexta e no sábado, os botecos ao redor da praça central de Tebas ficaram lotados e o que se via era uma infinita lista de filhos da terra que moram em outras cidades e que voltaram especialmente para o evento. Era possível também perceber a presença de moradores da região, muitos carros de Cataguases, Argirita, Recreio e Laranjal.

O Prefeito Bené Guedes, que abriu as festividades do Conversa, ressaltou ainda a importância esportiva e política do distrito para Leopoldina ao elencar nomes expressivos que vestiram a camisa do E.C Tebano e dos políticos nascidos em Tebas. Bené falou também dos seus secretários que possuem raízes em Tebas: Ricardo Ávila, Administração, Sérgio Lupatini, Governo, e Rosângela Lima, Cultura, Esporte, Lazer e Turismo, e idealizadora do projeto. Ao se dirigir ao público, Rosângela lembrou sua infância no distrito e afirmou que a realização do evento onde foi criada era a concretização de um sonho.

A primeira apresentação do Conversa ficou com o grupo Nó na madeira que tocou clássicos do samba e músicas de autoria própria conduzida pela voz marcante da vocalista Janaína. Em seguida, foi a vez de Noca da Portela. Antes de seu show, Noca lembrou que ficou em Leopoldina até os 5 anos de idade, antes de se mudar para o Rio de Janeiro e deixar de ser Oswaldo Pereira para se transformar em Noca da Portela. Noca apresentou seu último show “A cor da minha raça” e levou o público ao delírio ao se declarar um apaixonado por sua cidade e ter vindo tão pouco a ela, sendo esta apenas a terceira apresentação em Leopoldina ou distrito. Na edição deste ano, o Conversa de Botequim homenageia o sambista Noel Rosa, cujo o slogan foi “A vocação musical de Noel é doce herança tebana”, que possui vários antepassados em Tebas. Ao afirmar que a edição do próximo ano homenageará o próprio Noca, Rosângela fez o músico de 80 anos ir às lágrimas. “É muita emoção, para mim, fico muito honrado com a homenagem que me proporcionarão”, ressaltou Noca.


Praça central e butecos de Tebas ficoram lotados
 A segunda noite do Conversa teve uma programação extensa e recheada de animação. Mais uma vez, a praça central de Tebas viu os seus arredores totalmente lotados de turistas que foram prestigiar o Conversa. A banda Nó na madeira abriu a segunda noite de shows e foi seguida pelo fantástico Ataulpho Alves Júnior que comandou, por pouco mais de uma hora, o palco e a plateia de maneira impressionante. Ataulpho chamou os presentes a cantarem refrões de verdadeiros hinos do samba, como, por exemplo, “Tristeza, por favor, vai embora...”  “Reconhece a queda, não desanima, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. Encerrando o segundo dia de shows, a cantora Maria Alcina levou o público ao delírio ao se declarar apaixonada pelo Conversa de Botequim e por Tebas e pelas manifestações de carinho, através de pedidos de músicas suas, fotos e autógrafos. Maria pôs o povo para dançar e terminou seu show com Fio Maravilha, já que a plateia, em coro, não deixou a cantora sair do palco antes de cantar seu maior sucesso, que a tornou conhecida nacionalmente, após o festival de 1972.

No domingo, a programação ficou por conta do grupo Amigos do Choro e da Banda Kata Kata que fizeram uma matinê digna de um festival que, além de boa música, aqueceu o comércio do distrito de Tebas ao levar turistas que compraram artesanatos, os famosos doces de Tebas e provaram as comidas de botequim de vários botecos. Nesse quesito, venceu o mais original: Asa de Frango recheada, do Bar do Puca.

Ionara e Puca, casal proprietário do "Bar do Puca"
Para os proprietários, Paulo Henrique, o “Puca”, e Ionara, foi uma surpresa terem vencido a disputa, pois o “Bar do Puca” é o que fica mais distante do local onde aconteciam os shows. “Na sexta-feira, eram 9 da noite e não tinha ninguém em nosso buteco, estava até desanimado, mas, de repente, começou a chegar tanta gente que não tínhamos mais nada para vender no domingo, graças a Deus, revelou Ionara.

O Conversa de Botequim encerra-se com um saldo muito positivo e ainda elevou a auto estima da população ao perceber que é possível movimentar sua economia com o que Tebas tem de melhor: comida boa, doces deliciosos, vocação musical e gente simpática e muito acolhedora. Esse foi a chave para o chave para o sucesso do Conversa.